Vinho de Maconha?


26 jul/17 • POR Buda • comentários

vinho de maconha

Todo bom pinguço tem aquela velha desculpa, endossada por médicos inclusive(outros pés de cana) de que tomar uma taça de vinho por dia faz bem pra saúde, e pensando nisso, com toda essa onda de maconha medicinal que arrebatou o mundo moderno e descolado, principalmente nos estados unidos desde as praias ensolaradas da Califórnia até as montanhas geladas do colorado, uma turma de maconheiros empreendedores resolveu juntar tudo no mesmo balaio e criou o vinho aromatizado com extrato de maconha, isso mesmo, a erva do capeta.

Cada garrafa dessa verdadeira obra de arte tem 14,5% de teor alcoólico. Composto por 50% uvas do garnacha e 50% cariñena, aposto que você não conhecia essas uvas, como eu, hahaha, a cereja do bolo misturado nisso tudo são 50mg de cânhamo com canabidiol, responsável por deixar a galera numa boa curtindo um Dazaranha.

“Combinamos novas sensações, criatividade, inovação e sabores reais. É um produto pioneiro que combina o melhor da indústria de fabricação de vinho com a exuberância da cannabis. Por esta razão, estamos orgulhosos de agradecer não só aos que têm colaborado para tornar este desafio possível, mas também aos que decidiram experimentar e confiar em nós”, diz o site da marca “Cannawine” que levou 5 anos para ser aprovado pelos sócios, eu queria é estar lá na árdua tarefa de degustação para aprovar o novo produto, legalize total na Califórnia.

O tal vinho é vendido em farmácias da Califa, famosa por autorizar a comercialização de produtos medicinais feitos com a tal cannabis e seus subprodutos.

Se você quiser comprar uma garrafa do vinho de maconha, vai ter que desembolsar a bagatela de US$400 doletas, ou seja, aquele amigo do seu amigo que tem um amigo, consegue bem mais barato.

Buda

O Buda é um cara fora dos padrões estabelecidos pelo mainstream, Já morou na Austrália e largou a carreira publicitaria para seguir o sonho de ganhar dinheiro fazendo o que gosta, trabalhar no DOBERRO, vai um dia viver numa casa de madeira na montanha, sem energia elétrica, crescer uma barba até os pés e ler H. S. Thompson enquanto fuma charutos cubanos na cadeira de balanço da varanda.

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